Ajuda Brasil

O que é Lupus
Diagnóstico
Causas
Tratamentos
Alternativas
Pesquisas
Perfil
Glossário
Livros
Links
Notícias
Artigos
Curiosidades
Fórum
Nos conheça melhor!
Política de Privacidade e Responsabilidade
Missão



Em qualquer tratamento de uma doença, individualizado e prolongado, é preciso desenvolver um ambiente de confiança e honestidade entre o médico e o paciente, a partir de um diálogo franco e aberto. É preciso obter todas as informações sobre o Lupus e os recursos da medicina atual para tratar e controlar suas manifestações.

Não há um remédio para o Lupus que funcione da mesma forma como um antibiótico funciona para acabar com uma infecção. O tratamento do LES engloba uma série de medidas, entre medicamentos e normas para que se viva bem.

Sol
Os pacientes com fotossensibilidade ou manchas, devem evitar a exposição ao sol, fazendo sempre o uso de filtros solares.

Dieta
Sabe-se que, quando os pacientes usam corticosteróides, a retenção de água no organismo acontece provocando inchaços, devendo-se então diminuir o sal na dieta normal. Quando o peso está acima do normal, deve-se reduzir calorias.
Há estudos sobre a eficácia de óleo de peixe na redução de inflamação. Além disso, cientistas suspeitam que o aminoácido l-canavanina presente na alfafa, provoca sintomas de Lupus, o que foi comprovado em pesquisas com macacos. Deve-se então evitá-la.

Drogas, Álcool e Fumo
Sulfas, anticoncepcionais orais e penicilinas podem disparar a doença e devem ser evitados. O álcool e o fumo são prejudiciais a qualquer pessoa, mas no caso de LES deve-se principalmente evitar a interação do álcool com sedativos e antialérgicos, e do fumo no caso de acometimento pulmonar.

Exercícios e Repouso
As articulações tem estruturas que devem ser bem cuidadas. Quando inflamadas precisam de períodos de repouso intercalados com os de atividade, evitando-se lesões. Também deve-se dar atenção à postura e posições de trabalho e lazer. Por isso, exercícios regulares podem ajudar a prevenir fraqueza muscular e fadiga.

Medicamentos
Não existem programas de tratamento iguais para todos os pacientes. Considera-se o grau de evolução da doença bem como as queixas de cada paciente. Muitas vezes são utilizados vários remédios ao mesmo tempo para controlar os sintomas.

Corticosteróides - são hormônios sintéticos, cópia do hormônio cortisona produzido pela glândula supra-renal, extremamente potentes contra a inflamação. Mas apresentam efeitos colaterais em dosagens altas como ganho de peso, "inchaço", espinhas, pressão alta, catarata, devendo então ser usados com precaução e unicamente através de indicação médica. Os mais comuns são: prednisona, prednisolona, hidrocortisona, entre outros.

Antiinflamatórios não-esteróides - alguns sintomas como fadiga, febre e artrite podem ser tratados eficientemente com não-esteróides. Não apresentam os efeitos colaterais dos esteróides, mas registra-se a intolerância do estômago. O mais antigo é a aspirina.

Antimaláricos - são muito úteis para o controle da artrite e problemas de pele, usados também contra a malária. O maior problema com o seu uso se refere à visão, devendo-se estar atento à acuidade visual, o que sugere exames de controle junto ao oftalmologista. Os antimaláricos
usados são cloroquina e hidroxicloroquina.

Imunossupressores - são usados para diminuir a ação do sistema imune, existindo controvérsias sobre o seu uso em função de grandes efeitos colaterais. É preciso avaliar muito seriamente os benefícios e riscos associados a este tratamento.

[ o que é Lupus ]  [ diagnóstico ]  [ causas ]  [ tratamentos ]  [ alternativas ]  [ pesquisas ]  [ perfil ]
[ glossário ]  [ livros ]  [ links ]  [ notícias ]  [ artigos ]  [ curiosidades ] [ fórum ]

                      webmaster@lupusonline.com.br                           Copyright © 2000-06 Lupus OnLine



Wallace, Daniel.
The Lupus Book.
Oxford.

Zerbini, Cristiano.
Conversando sobre Lupus. Ed. Roca.

NIH
Lupus: a Patient Care Guide for Nurses and Other Heakth Professionals.
NIH, NIAMS.



Todas as fontes autorizaram seu uso.

Sempre comunique seu médico quando você apresentar:
- aumento da fadiga
- aumento/persistência
  de dor ou inchaço
- vermelhidão de pele
- febre
- dificuldade
  respiratória
- dor persistente na
  barriga ou peito
- cefaléia persistente
- fraqueza, paralisia,
  convulsão
- alteração na urina
- sangramentos.




Quanto à alimentação:
> Evite
- gorduras animais e
  óleos tipo ômega-6
  (milho, açafrão e
  girassol)
- alfafa
- limão, lima, aipo,
  salsa em caso de
  sensibilidade ao sol

> Consuma
- óleo de peixe tipo
  ômega-3 (sardinha,
  salmão)
- brócolis, repolho,
  couve e frutas frescas
  devido aos
  antioxidantes
.